Um exemplo de ciclovia em São Paulo: Faria Lima

Av. Brigadeiro Faria Lima – Pinheiros – São Paulo-SP

Largo da Batata

Velocidade permitida na via: 60 km/h, tráfego intenso de carros e ônibus que vem da região do Ceasa e de outras regiões da cidade acessando-a pela Cardeal Arcoverde, além dos pontos finais localizados ao redor do largo.

Na curva para entrar na avenida, os ônibus ocupam as 4 faixas e em seguida começam as conversões para direita, para acessar os pontos de parada.

Um bom lugar para uma ciclovia, não?

 Sem sinalização alguma, alguns poucos metros e aos trancos e barrancos (literalmente) ela existe, conheça:

Ciclovia, parte 1:

Poucos metros à frente, assim, sem uma placa de “perigo, abismo”, chega-se ao fim da parte 1: um barranco que termina na rua. Difícil caminhar empurrando a bicicleta e equilibrar-se ao mesmo tempo nesta buraqueira inclinada.

 Ciclista prevenido tem sempre à mão suas asas de emergência! Hora de batê-las e voar até a continuação da ciclovia, logo ali, após o semáforo.

Mais um barranco! Pode usar novamente suas asas (será que o bike anjo distribui?) ou empurrar a bicicleta barranco acima para desfrutar de mais alguns metros de ciclovia, mas um aviso (que obviamente não existe no local): ela termina ali no próximo cruzamento.

E você achava que nunca faria um downhill…

Parabéns aos envolvidos!

Agora pare 10 minutos na Faria Lima e veja quantos ciclistas passam por ela. Sim, todos estes! E até então eles eram invisíveis, né? Só porque não congestionam.. Existem planos de ciclovia para a Faria Lima. Outra dessa?

Um exemplo de ciclovia em São Paulo: Faria Lima

Evento Caloi Konstanz

A Caloi está lançando a Konstanz, definida como sua bicicleta cycle chic.

Particularmente, o que eu acho mais bacana nessa bicicleta é o conjunto “mobilidade urbana” que ela representa: o quadro step through, que facilita entrar e sair da bicicleta (tanto para mulheres quanto para homens!); cobre corrente, paralamas (paralamas é vida!) e o cesto removível, super prático. Senti falta do bagageiro, afinal, eu carrego pizza, bateria de carro, e o que for preciso na bike.

Desmistificando um pouco, o conceito cycle chic tem mais a ver com pedalar com as roupas que normalmente você usaria (independente de estar numa bicicleta) do que com ser chique, como o nome pode sugerir. A ideia é aproximar a bicicleta da realidade das pessoas.

E dessa ideia de aproximação veio o convite para uma sessão de fotos na Caloi, junto com mais blogueiras. (mais do evento aqui e aqui.) 

A equipe da Caloi e da agência Salve (a responsável por aquele lindo vídeo Plano B) foi super simpática e atenciosa. É, fui totalmente paparicada simplesmente porque eu pedalo (já que estou longe de ser blogueira de moda, exceto a moda das bicicletas, bike hype!)

Enquanto me ajudava a escolher um look para ser fotografada por Marcio Scavone, a stylist Maria Eduar me contava sobre a época em que ela pedalava em Paris e como respeita as tendências que vem das ruas, que vem de um estilo de vida. (é, bike é estilo de vida, a gente sabe:) O resultado:

Pra não dizer que não falei das roupas… elas são da Emme.

Uma curiosidade: provamos essa blusa ao contrário e o efeito do brilho nas costas, para ciclistas, fica incrível! Mas não ía aparecer na foto, né, então tivemos que fazer a inversão, mas #ficadica!

E, respondendo às perguntas: não gente, eu não ganhei uma Konstanz. Fui e voltei com a minha Dahon mesmo.

E já que estamos falando de cycle chic, é sempre bom passear pelo Copenhagen cycle chic, pra inspirar e ver que dá pra pedalar com tudo que tá aí no seu guarda-roupa, o importante é experimentar e se sentir bem!

Evento Caloi Konstanz